sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Versos de Mandacaru

Não se sabe ao certo.O que é certo? - Não se sabe ao certo o que é certo. Disse Seu Zezin. - Deus inscrivinha certo pú linhas torta meu fí. E assim desenhô as linha do véio Chico. Não se sabe sobre o amanhã. E afinal,melhor que assim seja. O vento que refresca a pele, é o mesmo que revira barcos, dissipa o silêncio. Que traz os náufragos, Pra perto da praia. Nas terras áridas das tuas ideias, persiste o cactus da imaginação. Talvez tolo...talvez não. Resiste à esterilidade de suas verdades, muito bem formuladas, contempladas. Mandacaru é teimosia, em tempos de escassez. É carta de alforria. Toda espinhenta,de fato. De onde brota água na aridez. É tempo de seca mandacaru! - E quando não haverá Di sê? É a paixão,é o fôlego. És quem orna o sertão. És o sentido desse mundão de Deus. (Marcos IslAa)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

In a tacit comprehension of universe.

Always is this way, and so it has been. With a shy look, mixed to certain expectancy in the air,the silence peek us.Holding the wall and with the corner of it's eye it's possible to see a sketch of a smile. A friendly and peaceful smile. It suggests us,indicating with the eyes,the guitar leaning against the wall: An old friend of us. A Bilingual friend. It communicates pretty well with silence and with my fingers. The silence really appreciates that. We do a circle. Around the fire, the dialogues all night long make us remind about the fall warm wind on Brazilian's countryside. It's winter now. While we put more firewood on the fire, the moonlight turns the guitar into silver. The silence isn't silence anymore. It's wind and poetry. Undiscussable fellowship. Without Vanities... without lust...just senses...in a tacit comprehension of universe. (Image: Church of Conceição do Ibitipoca - MG/Brazil) Ain't got any rights about this image. The rights are reserved to its owner. Only used to illustrate.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Tudo o que somos. Quem somos?

O tempo lá fora bruscamente muda. Muda, surda, cega, e sem tato. Esmorece...e se engrandece. Grita até ao anoitecer. Ensurdece...cai moribundo. Moribundo? Sonho natimorto? Se quer nasceu. Não morreu. Regenera-se de um aborto mal sucedido. Mal sucedido...hehehhe esses são os reais. Frutos de abortos mal sucedidos. Que o tempo...que certas coisas da vida...que as frases pessimistas,que os realistas tentam,porem em vão, abortar. O que há de mistério? De curiosamente atraente nisso? Morbidez que não faço questão de querer elucidar. O tempo lá fora se mescla a toda hora. E aqui dentro não? Lógico que sim...lógico que não...talvez...talvez + 1,14...talvez e 1/3. Como se existisse razão. Flutuamos por aí... No momento flutuo por aqui. Recolhendo moléculas de mim... E de filosofias baratas, que não evitam o não,muito menos o sim. O que somos? se não pedaços de sonhos desfeitos, refeitos, rarefeitos, costurados a outros sonhos e atitudes? ás vezes nas devidas proporções. Às vezes desproporcionais. Às vezes do tamanho do mundo.As vezes do tamanho de um alfinete,super denso e em fusão, semelhante a um pequeno universo prestes a explodir e se expandir. Ele é do tamanho que você quiser que ele seja. Recolho todo o meu universo. Estou a colar as moléculas, uma a uma. Não é a primeira vez. Mas faço isso por gostar de mim, e de você. Nossos sonhos são interligados. Quem somos? Somos tudo o que somos. Mesmo recortados,recolados e reiniciando.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Felicidade Realista.

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade. — Mário Quintana

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Peace or love? Which one do you prefer?

Who’s looking for love and peace Isn’t doing well Cause who wants peace Doesn’t have love Whatever, I prefer love With or without peace I know is hard to have both If we have to suffer Be a love’s pain If we have to die Let’s die for love I don’t wanna take my life in vain I not even want to see my heart getting older,either. Instead peace,we've had worries. If I had peace, I’d not have written this song.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Do que precisamos??? What Do we need?

"Eu não preciso de algo que me prenda na vida.Ao contrário,eu preciso de algo que me solte,para que eu suporte viver." "I don't need anything to hold me off in the life. In contrary, I need something to set me free and that give me strength to keep myself standing."

domingo, 10 de março de 2013

It only takes a Moment

"And that is all, that loves about, and we'll recall when times runs out, that it only took a moment to be loved, our whole life long".

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Does real love never die?

"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver. 23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse e... Foi assim."

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Free your mind.

"emancipate yourselves from mental slavery, none but ourselves can free our minds"

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O passado é uma ilusão.

O passado é um ilusão.Você em algum momento já deve ter ouvido a seguinte expressão: Éramos felizes e não sabíamos! Éramos inocentes! talvez...provavelmente mais inocentes do que somos "hoje".Por ser mais inocentes,víamos a vida com mais singeleza,menos complexidade...não percebíamos tanto assim as misérias do mundo. Percebíamos,com certeza , alguma coisa ou outra. Quem nunca (na época de criança) não "sentia algo", quando escutava as músicas de natal na TV? não sei se era dor de barriga,gases ou se era tristeza...mas que dava uma dor no peito,isso dava! Hoje não são mais as músicas...são os compromissos na agenda,é a alta do dólar que influência tudo.São aqueles amigos de infância que você não vê mais com tanta frequência, são as lembranças das reuniões familiares.A vovó ainda está lá...a Tia que se foi também está lá, sorrindo e te "paparicando". O passado tenta mostrar que "éramos" mais felizes lá...lá onde ele sempre esteve,está e estará. Mas ele se esquece de que ele é um simples presente,assim como serão os futuros. Se esquece que ele é apenas um presente,talvez antiquado,obsoleto,empoeirado... Que insiste em brincar com os nossos sentimentos,com a nossa imaginação. Será que aquela "dor no peito",láaaaaaa quando escutávamos a musica de natal na TV,músicas que de certa forma encerravam um Ciclo em nossas "vidinhas de criança",eram músicas que mostravam no futuro que seríamos felizes no passado? Nem sei por que me peguei pensando sobre isso...o passado está nos livros,nas filmagens.A guerra Fria já acabou há tanto tempo que se hoje perguntarem pra alguém: o que era a guerra fria? vão dizer que era uma guerra de bola de neve,ou no máximo crianças disputando quem ignora quem por mais tempo. E o passado vai continuar sendo uma ilusão.Ele ao menos serve para te mostrar o quão bom o presente é,ou pode ser.É só valorizar cada momento como se fosse único,pois na verdade o é.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

"Desenvolvimento econômico" x Vida

Ter conhecimento da sigla PM2.5(fine particles in the ambient air 2.5 micrometres) ter se tornado algo comum para os chineses,e agora também para os japonêses.Agora que você a têm adicionado ao seu vocabulário, é hora de uma nova: "poluição transfronteiriça do ar(CBAP)".Essa especialmente têm afetado o dia a dia de muitos japonêses. Várias prefeituras no sul do Japão têm relatado concentrações maiores do que o normal de PM2.5 no ar respirado e estão culpando Pequim por suas novas preocupações com a saúde. Os níveis ainda são baixos,se comparados aos padrões chineses --- cidades registradas entre 35 e 46 microgramas / metro cúbico, em comparação com 900 de Pequim --- mas ainda são notavelmente maiores que o habitual. Leis japonesas não permitem mais do que uma média anual de 15 microgramas / metro cúbico, ou cerca de 1/60th do que a concetração em Pequim. Em entrevistas,japonêses demonstram estarem obviamente preocupados com a "onda de poluição": "A China é nosso vizinho, e todos os tipos de problemas acontecem entre nós o tempo todo", disse Takaharu Abiko, 50. "É muito preocupante. Esta é a poluição perigosa, como veneno, e não podemos nos proteger. É assustador." Como se o "drama" a respeito das ilhas não fossem o suficientes para azedar relações entre as duas nações, agora tem de se respirar a "onda de poluição" originária do "crescimento econômico" chinês.Só esperamos que a China atualize as suas imagens turísticas de "passaporte" incluindo a gigantesca nuvem de poluição. Fonte do artigo

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

"A melhor face do ser humano"

"No words to express the most wonderful side of human being: The love. Spread one drop of love in a mountain of wrath and do you'll see a revolution." "Sem palavras para expressar a mais maravilhosa face da humanidade: O amor. Espalhe amor em uma montanha de ira,e então verá uma revolução acontecer" Hope you enjoy! ^^

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

つばさ いまむら さん - "Sozinho"

A wonderful and cute cover by Imamura Tsubasa. It's one of the most popular brazilian songs from (MPB style). The song was composed by Peninha,and has reached success mainly in Caetano Veloso's voice. Hope you enjoy! Xoxo Uma maravilhosa e bonitinha versão da cantora japonesa "Imamura Tsubasa" para "Sozinho",conhecida principalmente através da interpretação de Caetano Veloso. Espero que gostem! Abraços!