sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Apaixone-se pela Vida!


A coragem de se apaixonar, Hilda Lucas (Revista Lola)

Não adianta, a paz não é suficiente. Já se perguntava Riobaldo: "Se a paz é boa? Então, como é que ela enjoa?". Acho que os corajosos e os lúcidos deveriam rezar assim: Senhor, protege-me das prisões do comodismo, da plenitude e da estagnação. Dá-me coragem, loucura e tesão para viver sem medo de mim e dos meus sonhos. Dá-me asas e ventos, insônias e angústias, inquietações e algum sofrimento, para que possa dizer sim à Vida.

Coragem é a maior das virtudes. É preciso muita coragem para se viver perigosamente, principalmente quando o perigo está na acomodação e na segurança. Sim, existe grande risco para a alma quando nos sentimos aprisionados por nossas conquistas, nosso cotidiano tão bem organizado, nossos "scripts engessados". É como olhar o oceano por uma pequena janela, ver apenas uma nesga do horizonte, e acreditar que a imensidão está dentro das paredes e não explodindo fora delas. É como traçar voos dentro de gaiolas luxuosas, e tentar se convencer de que o brilho das coisas tangíveis é mais bonito que o das estrelas ermas no céu.

Se, por um lado, queremos tranquilidade, proteção e prosperidade, por outro, queremos plenitude, renovação e vertigem. Somos híbridos, feitos de muitas matérias e vocações: parte, como os minerais e vegetais, que se confundem com a terra e nos fazem assentar, e outra parte, como os sonhos e os deuses, que nos arrancam das nossas vidas previsíveis e nos elevam. Somos alternância entre escassez e abundância, lacuna e transbordamento, assentamento e desassossego. Somos inconstantes, graças à vida!

De repente, sua vida está perfeita como num anúncio de margarina, mas você se sente desmotivada e desperdiçada. É como se a vida de verdade estivesse acontecendo lá longe, e você estivesse à margem, assistindo de camarote, sem dançar. De repente, você chega "lá", mas não está satisfeita. De repente, você se lembra daquele mestrado que você adiou; do ano sabático que você sempre quis tirar; ou, simplesmente, tem uma ideia louca, e pensa: "Por que não?". De repente, você percebe que sua vida envelheceu ou estagnou, que você até gosta da sua vida, mas sente uma incompletude, uma vontade de gostar dela mais ainda. Não há nada de errado com você. Muito pelo contrário. É pura sanidade.

Se a paz é respiro e refrigério, a paixão é movimento e animação. Pode ser paixão por alguém, por uma ideia, um projeto, mas melhor ainda quando é pela própria vida. A paixão pela vida nos dá coragem, nos transforma em quem queremos ser, nos arranca da mediocridade, da mesmice e nos convoca a reescrever novos capítulos.

Acho que os sonhadores e os atrevidos deveriam rezar assim: Desperta-me, Senhor! Sopra-me palavras inéditas, inspira-me com lampejos e intuições. Tira-me dos sérios, dos trilhos, da forma. Dá-me sobressalto e suspiros, desvarios e fomes. Dá-me plena posse de mim mesma, para o bem e para o mal.

O inconformismo é como uma canção interna, que faz você lembrar quem você realmente é; é como um rio, que, mesmo represado, intui o mar. É esse anseio, essa borbulha na alma, que nos faz buscar o novo, o movimento, o entusiamos; que nos faz trocar a monotonia das horas e a opacidade do olhar pela aventura das novas escolhas e a ousadia de dar guinadas no caminho.

Gosto de pensar que, quando assumimos chamados, aceitamos desafios, viramos a mesa ou trocamos a cor dos nossos cabelos, estamos dizendo sim à vida, beijando a vida na boca, apaixonadamente. São pequenos ou grandes gestos, mudanças profissionais, rompimentos, ajustes de rota, faxinas, decisões de Ano-Novo, quebras de parâmetro, loucuras, alforias. O que você ganha? Brilho no olho, inteireza da sua alma, delícias e agonias de ser dona da sua vida, e pode recitar Henley como o Nelson Mandela: "Sou o mestre do meu destino, o capitão da minha alma".

Acho que os destemidos e os ávidos deveriam rezar assim: Assombra-me, Senhor! Não permita que eu me afaste do que me identifica, que eu esqueça o que me alegra ou cale o que me traduz. Insufla-me, instiga-me, exige-me ser. Livra-me dos boicotes e adiamentos que eu mesma me imponho. Dá-me paz e paixão, alternadamente, como a chuva e a estiagem - já que uma só existe quando a outra desiste. Faz-me entender que há mais dano no medo de viver que no medo de morrer.

Cada vez que dizemos sim à vida ou pelo menos, por que não, fazemos girar a roda da fortuna, expandimos nossos limites, reconhecemo-nos nos espelhos da alma e, depois, exaustas e felizes, sorrimos para nós mesmas. Lá estamos nós, inteiras! Inspiradas e apaixonadas, mais uma vez.

domingo, 18 de dezembro de 2011

A história do Bambú Chinês.



Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas... uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.

Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

Um escritor de nome Covey escreveu:

"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou
anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava..."

O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos... Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização,devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos..!!!

"É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão."

sábado, 17 de dezembro de 2011

Apenas ame!

Covardia meu Deus...depois do aconteceu Hoje...Parar um carro tocando "pais e filhos" em frente ao meu prédio??? e vocÊ sabe que Legião Urbana me deixa "deprê"...



É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

Lenda chinesa sobre o amor...



Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:
Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos.O dedo médio representa a você mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Agora junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, como na imagem….
Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte. Una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.
Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los.

Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia de suas vidas, e é por isso que o anel se usa neste dedo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Seja idiota...



Tá...nem tanto,só um pouquinho... ^^

domingo, 4 de dezembro de 2011

I'll do my crying in the rain...



I'll do my crying in the rain.