segunda-feira, 27 de junho de 2011

"único e exclusivo"

"Ser cúmplice não significa fundir-se ao outro,
pois, cada ser é único e exclusivo, precisamos
ter a nossa individualidade, o nosso espaço.
Não podemos depender do outro, das suas ideias
e de seus ideais, compartilhar das mesmas sim,
porém, sem que isso seja uma imposição ou
obrigação.Cumplicidade é uma TROCA e não
única e exclusivamente uma DOAÇÃO.

Para ser cúmplice de alguém é preciso, antes,
ser cúmplice de si mesmo e se
conhecer.
Só quem se conhece, aprende a lidar com
próprios medos e fragilidades, sem esperar do
outro a solução dos seus problemas."

(Autor desconhecido)

domingo, 26 de junho de 2011

Do mundo não se leva nada...



Como canta esse "grande filóso" e comunicador contemporâneo,Silvio Santos:

"AGORA É HORA DE ALEGRIA(queria mesmo),VAMOS SORRIR E CANTAR, DO MUNDO NÃO SE LEVA NADA (vc que o diga né Silvio? lá se foi o baú...), VAMOS SORRIR E CANTAR!!!


“Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.” (Augusto Cury)

Hugs!

sábado, 25 de junho de 2011

Amor: leia a bula! ou não...




O amor...
O amor que Camões descreveu...
Como algo assim nunca muda?
O amor não prescreve? Não caduca?
Às vezes sim... porém nunca!
Você entende né...

O fogo que arde sem se ver... e ferida que...doí!
E se senti sim... me desculpe Camões!
Mas as vezes não se senti...
O amor é algo assim mesmo: dúbio!
Mas quando é certo... é o Amoooooor!
Que mexe com “nossa cabeça” e nos deixa assim...
É remédio de tarja preta!
Que ninguém lê a “bula”.
Não sei se as pessoas usufruiriam se lessem a bula viu...
Amor pode causar de “felicidade histérica” e sensação de bem-estar, a náuseas, dor no peito, arritmia cardíaca, dependendo da dosagem...ou em crises de abstinência.
Mas amor com um conta-gotas é amor???
Acho que não.
Ninguém lê a bula...até por que o “amor é cego.”
Quantos efeitos colaterais meu Deus!

“Ainda que eu falasse a língua dos homens,e falasse a língua dos anjos...ninguém lê bula!”

Amor: ESTE MEDICAMENTO É CONTRAINDICADO EM CASO DE SUSPEITA DE DENGUE.


sexta-feira, 24 de junho de 2011

O amor que choveu.




Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto,que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca,cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).

O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber...uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?

O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura – só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.

O que é que eu faço? – perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! – diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.

Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele – se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.

Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.

Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem
cabia dentro dela.

(Antonio Prata)

domingo, 12 de junho de 2011

La douleur, le mystère, l'amour...



"Ninguém ama outra pessoa só pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado em fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca."
(Arnaldo Jabor)

Deixo essa música para VOCÊ,caro visitante do blog.
Esse música me passa uma magia,aquela sensação de "amor libertador",amor de poesia...que jamais sairá de "moda"...seja qual for a década,seja qual for o século...

http://youtu.be/SWSz_PAfgNc

Hugs!